Rapadura Tech muda de identidade visual e aparece de cara nova

Em busca de uma renovação e mais conexão com o público, Rapadura Tech (RT) apresenta sua nova identidade visual Só o que está morto não muda. Já diria Clarice Lispector. E quem está vivíssimo e de cara nova é o Rapadura ...

Resumo

Em busca de uma renovação e mais conexão com o público, Rapadura Tech (RT) apresenta sua nova identidade visual

Só o que está morto não muda. Já diria Clarice Lispector. E quem está vivíssimo e de cara nova é o Rapadura Tech.  Baseado na fundamentação editorial regionalismo + tecnologia + inovação + empreendedorismo, o designer Thiago Pontes, que já atua há 15 anos no mercado, desenvolveu um produto novo, que traz nova paleta de cores e tipografia, além de ícones próprios.

“Tivemos algumas reuniões para que eu pudesse representar bem o Rapadura Tech.  A ideia era rejuvenescer, renovar o que já havia, baseado nas palavras-chaves. E a identidade visual é importante porque representa a ideia que quer passar ao público. É o que chamamos de branding.”, explica o designer.

Por que mudar?

Apesar de fazer parte da comunicação, os valores não ficam tão explícitos em uma identidade visual. Por exemplo, não é que você olhe para uma logo e veja tudo que a empresa quer que você saiba sobre ela, seus objetivos e suas raízes. “Mas é esse todo, o conjunto (identidade visual, marca, posicionamento etc), que agrega valor, o que torna o design uma ponte entre o público e a entidade”, considera Thiago.

Certo. O Rapadura Tech sempre procurou elaborar bem o seu visual para construir essa ponte com os seus consumidores. Essa é a terceira mudança. Mas por que mudar o que já existia? Não havia um modelo que exercia já essa função?

Quem explica a questão é o fundador do RT, Flávio Carneiro. “A mudança da identidade visual acontece por dois motivos. O primeiro é a mudança de posicionamento, o que não aconteceu com o Rapadura Tech. O segundo é seguir uma tendência. E é esse o objetivo. O mundo mudou, o comportamento social mudou, a cultura também mudou. Se acontece com as pessoas, também acontece com as marcas. E nós não ficamos de fora”, salienta.

Thiago também acrescentou que não há um período fixo para realizar a mudança. Mas tudo acontece de acordo com a necessidade. “Tem gente que muda a cor, porque não faz mais sentido utilizá-la naquele momento. Então isso vai de acordo com a marca. Mas o que pode ocorrer é realizar pequenos ajustes no projeto durante um ano”, disse.

O projeto

Que o Rapadura Tech produz conteúdos de tecnologia e empreendedorismo com foco no Brasil e Ceará, você já deve saber. Mas o que Flávio queria era trazer à identidade algo mais tecnológico, sem esquecer o regional. Até porque o nome rapadura já crava o fator Nordeste na linha editorial.

A escolha, segundo Thiago, foi por dois tipos de tipografia. A do nome Rapadura lembra uma fonte de cordel, para remeter ao Ceará, grafada em cores quentes, que lembram o sertão. Já o nome Tech teve uma fonte mais clean, sem serifa, em um fundo de cor fria, para remeter a um letreiro dentro de uma tela.

Claro que foi realizado um processo de combinação das cores para chegar a uma nova paleta, com cores quentes e frias, principais e secundárias. Além disso, foi realizada uma iconografia, criando ícones ao estilo RT, com traço próprio e uma pegada mais regional.

Gostaram?

Acesse o manual de identidade visual da nova marca do Rapadura Tech clicando aqui.

Dica para quem está começando

A dica de ouro para quem está começando a empreender e não conta com muita reserva é: economize para conseguir investir. Como já dito antes, a identidade visual é uma peça-chave para a construção de uma marca. “O mercado é muito competitivo. Todo dia nasce um novo empreendimento, é uma forma de se destacar, de agregar valor à empresa”, concluiu Thiago.

Hayanne Narlla

Hayanne Narlla

Jornalista cearense. Amante do sol e do mar, cultiva o hábito de escrever sobre a vida nos detalhes mais rotineiros. Movida por novos desafios e curiosa desde a infância, gosta de aprender sobre inovações e empreendedorismo. Nas horas livres, reflete e teoriza sobre o universo da música e do cinema. Acredita que é preciso ser útil e deixar rasto.