Startup cearense InHouse Market levanta R$1,9 milhão em rodada seed na CapTable

 Startup cearense InHouse Market levanta R$1,9 milhão em rodada seed na CapTable

Yan França e Leonardo Deana, sócios-fundadores da InHouse Market. (Foto: Divulgação)

Retailtech contou com aporte de 379 investidores. Foco da startup é usar investimentos para expansão do negócio, desenvolvimento tecnológico e operações.

A CapTable, hub de investimentos em startups, concluiu sua primeira rodada de investimentos em 2022. Trata-se da InHouse Market, retailtech que opera e licencia minimercados 24h e autônomos dentro de condomínios e empresas. A startup levantou R$1.888.000,00 de 379 investidores. 

Sediada na cidade de Fortaleza (CE) e com um valuation de R$32 milhões, a InHouse Market irá usar 35% do investimento levantado para expandir negócios no estado do Ceará, com abertura de novas lojas, visando a consolidação da liderança na região. Outros 48% do recurso serão alocados em desenvolvimento tecnológico, considerando as novas versões do roadmap do app B2C e sistema de gestão, time técnico e rollout da solução. Já os demais 17% serão utilizados nas áreas comercial e administrativa da startup.

“No último ano a InHouse Market abriu 162 lojas em 12 estados e estão presentes em todas as regiões do Brasil, registrando um crescimento muito relevante e se destacando como uma das startups que mais cresceram. Temos uma estratégia de crescimento muito bem estabelecida e assertiva, uma vez que conhecer os costumes e particularidades de cada região do Brasil é muito importante para possuir um mix de produtos adequados e, até mesmo, fechar contratos com condomínios. Indo nesta direção, este investimento é muito importante para que possamos acelerar o nosso crescimento”, destaca Yan França, Co-CEO da InHouse Market

Modelo de negócio

Inserida em dois grandes segmentos, o de Compras em minimercados – que corresponde a aproximadamente um terço das compras de supermercado das famílias, gerando cerca de R$434 bilhões gastos em 2020 – e o mercado de condomínios privados – com estimativa de cerca de 1 milhão de condomínios privados, sendo aproximadamente 180 mil somente no nordeste – a InHouse Market atua em duas frentes em seu modelo de negócio: lojas próprias e licenciamento.

No que tange lojas próprias, a startup foca sua atuação na região de Fortaleza, capital do Ceará, estando presentes nos principais condomínios das classes AA, A, e B. Para a operação das lojas próprias, a InHouse Market conta com logística própria, sendo centro de distribuição e veículos para transportar as mercadorias. 

Já a respeito do licenciamento, a retailtech trabalha com um modelo comercial 100% digital, com geração de leads via marketing digital e vendas remotas, com foco em encontrar empreendedores que queiram se tornar licenciados. Os licenciados contam com o apoio comercial e operacional, além de utilizar a tecnologia da startups, como gestão e app B2C, suporte contábil e atendimento 24h para moradores de condomínio e colaboradores empresariais.

Retailtech que opera e licencia minimercados 24h e autônomos dentro de condomínios e empresas, é líder do mercado no Ceará. (Foto: Divulgação)

Para o cofundador da CapTable, Guilherme Enck, a startup apresenta um modelo de negócio funcional e consolidado neste mercado de mini-market. “Como a startup apresentou uma estratégia de expansão sólida e plausível, isso acabou ajudando na tomada de decisão de cada um dos 379 investidores que decidiram aportar seu capital na InHouse Market”, detalha Enck. 

Investimentos

A rodada seed concluída pela InHouse Market na CapTable é a 3º realizada pela startup desde de 2020. A 1º rodada, realizada em outubro de 2020 via investimento-anjo, a reailtech levantou R$2 milhões por meio da entrada de 28 investidores utilizando o instrumento de mútuo conversível em ações. Já em abril de 2021, a InHouse levantou R$200 mil, também sob formato mútuo conversível, exclusivamente para acelerar o desenvolvimento do software. 

Leonardo Deana, Co-CEO da InHouse Market explica que essas rodadas estão sendo fundamentais para o processo de escala da startup. “Desde a primeira rodada de investimentos, o valuation da startup cresceu 290%. Além disso, registramos um faturamento de R$1,88 mi no quarto trimestre de 2021, fruto de todo o trabalho que podemos desenvolver e consolidar pós entrada de investimentos. O foco agora é continuar se desenvolvendo e consolidando cada vez mais como referência neste mercado”, finaliza Deana. 

Sobre a InHouse Market

A InHouse Market é uma retailtech que opera e licencia minimercados 24h e autônomos dentro de condomínios e empresas e que traz hipercomodidade aos seus clientes permitindo uma experiência de compra de produtos do dia-a-dia em apenas 1 minuto. 

Em pouco mais de um ano a startup já abriu 162 lojas, sendo líder na região Nordeste com 25% de market share. A InHouse Market ainda está presente em 12 Estados brasileiros (CE, BA, SP, AM, RN, PI, SE, MA, SC, MT, MG e PE). Além disso, fazem parte dos dois principais programas para startup do país, o Scale-Up da Endeavor e o Cubo do Itaú. 

Para saber mais acesse: https://inhousemarket.com.br/ 

Sobre a CapTable

Em operação desde julho de 2019, a plataforma de investimentos coletivos é um dos produtos da CapTable no mercado de investimentos em startups. Hoje, a CapTable disponibiliza todo o seu conhecimento para selecionar startups e gerar para elas conexões com diversos tipos de investidor – além do varejo, conectando-as com empresas, aceleradoras, grupos de anjo e fundos de investimento. Atualmente, o hub de investimento atua para ser um meio de garantir funding para startups, independente do veículo ou player de investimento. 

O cenário de incertezas na economia, mudanças constantes na taxa básica de juros e necessidade de diversificar os ativos investidos estão fazendo com que o brasileiro aprenda a investir em outras áreas. A pandemia do novo Coronavírus reafirmou essa tendência. 

“Nosso foco é atrair investidores que têm a visão que investir nesta modalidade pode trazer ganhos que nenhuma outra disponível no mercado é capaz de ofertar. Basta imaginar quanto tiveram de retorno os primeiros que investiram no estágio inicial de startups como 99, iFood e outros”, afirma Paulo Deitos que é um dos cofundadores da plataforma. 

Desde a sua criação, a CapTable conquistou a confiança de mais de 5.500 investidores ativos que aportaram mais de R$65 milhões em startups como Alter (fintech), Trashin (cleantech), Hiperdados (proptech/SaaS), Zletric (energy as a service), Finansystech (Open Finance as a Service), payfy (fintech), Easy B2B (B2Baas), Quadrado Express (retailtech), LeCupon (fintech), Weex (fintech/traveltech), Essent Agro (fintech/agrotech), Veriza (fintech), Play Delivery (Logitech) e outras. 

Mais informações sobre opções de investimentos em startups no site https://captable.com.br/. 

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